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Melhorias na ferramenta de modelagem de veios tornam essa ferramenta ainda mais eficiente.

A ferramenta de modelagem de veios do Leapfrog foi a primeira do setor a melhorar os recursos e facilitar a modelagem de veios. Essa ferramenta de fluxo de trabalho totalmente dinâmica foi criada especialmente para modelagem de geometrias simples de veios abertos, pois essas são, de longe, as geometrias mais comuns entre os veios encontrados.

Contudo, cada vez mais, nossos usuários desejam aplicar os recursos do fluxo de trabalho de modelagem de veios a geometrias contínuas mais complexas, como horizontes dobrados em cinturões metamórficos de alto teor. Especialmente em ambientes de minas subterrâneas, é comum que os furos de sondagem passem por vários flancos de dobra do mesmo horizonte de mineralização.

Na versão anterior, oferecemos aos usuários recursos de modelagem dessas geometrias ao permitir a criação de planos complexos de referência na pasta de meshes e também a aplicação desses aos veios.

Continuamos agregando valor a esses recursos com duas excelentes novidades nessa versão mais recente.

Várias interseções de veios por furo de sondagem

Embora pequena, essa opção na caixa de diálogo de criação de veios oferece um novo e importante recurso de modelagem de geometrias de veios complexos.

ShapeO que essa opção faz? Em resumo, o uso dessa opção muda a maneira como as interseções de veios são tratadas, pois cria uma classificação de segmentos de veios para cada interseção de veios. Anteriormente, a ferramenta de veios classificava somente o primeiro e o último segmento em um furo de sondagem deixando, assim, os segmentos intermediários sem classificação. Essa mudança na manipulação de veios é ilustrada abaixo. A linha marrom ilustra a geometria geral da dobra.

 

Observe que os segmentos de veios no exemplo acima apontam na mesma direção, o que obviamente contrasta com a geometria da dobra. Isso ilustra claramente como o fluxo de trabalho dinâmico da ferramenta de veios funciona. Um veio e todos os componentes relacionados (segmentos de intervalos e pontos médios de pontos de contato) são criados primeiro com base em um conjunto de suposições preliminares, que são modificadas em seguida para apresentar o resultado esperado.

Nesse caso, o usuário seleciona uma mesh de referência adequadamente curva criada com as ferramentas na pasta de meshes, e os segmentos de intervalo são classificados novamente para aplicar essa configuração.

Manipulação anterior

e manipulação atual – classificação preliminar de segmentos de veios

e manipulação atual – classificação preliminar de segmentos de veios

Edição em lote de segmentos de intervalos, pontos médios e acunhamentos litológicos

A mudança descrita acima reduzirá consideravelmente, mas não eliminará por completo, a necessidade de edições de cenários dos segmentos de veios. A edição ficou muito mais fácil com a implementação da edição em lote de segmentos de intervalos.

Essa nova funcionalidade é tão intuitiva que nem precisa ser descrita. Basta usar o botão de visibilidade para ativar ou desativar a visibilidade dos tipos de segmento, e usar a ferramenta de seleção para escolher o intervalo que deseja alterar e atribuí-lo à categoria desejada, tudo em uma interface fácil de usar. Pontos médios e acunhamentos litológicos estão ainda mais simples.

Fluxo de trabalho dinâmico para modelar veios complexos

  1. Climpe os dados. Antes de usar a opção para várias interseções é importante garantir que os códigos de veios e as seleções de intervalos percorram toda a extensão de todas as interseções de veios. Se houver lacunas na codificação contínua, valores ausentes ou intervalos ausentes, será gerada uma interseção com segmentos classificados para CADA interseção descontínua.
  2. Crie uma superfície de referência personalizada:
    a. Crie um compósito de categoria com base na categoria do veio (ou seja, gere um único compósito por interseção). Gere um filtro de consulta com base na unidade primária para isolar os compósitos de veios.
    b. Crie novos pontos médios de intervalos com base no compósito acima. Com essas duas etapas, os dados usados para criar a superfície de referência permanecem dinâmicos.
    c. Crie nova mesh a partir de pontos com base na configuração acima. Edite com discos estruturais quando necessário.
    d. (Uma opção para criar Nova mesh/A partir de pontos médios de veio, substituindo as três etapas acima), será disponibilizada.
  3. Crie um modelo de veios com base na seleção de intervalos/categoria de veios para permitir que várias interseções de veios por furo de sondagem sejam marcadas.
  4. Após a criação do objeto do veio, edite Vein Reference Surface (Superfície de referência de veio) e escolha a mesh criada na etapa 4.
  5. Verifique os segmentos dos veios e edite-os se necessário.
  6. Verifique o modelo final de veios e a resolução da superfície.

Criação de isosuperfícies adaptáveis

Uma observação final sobre a inclusão de uma opção para criação de isosuperfícies adaptáveis, que está disponível na guia Surfacing (Criação de superfícies). Essa opção é valiosa quando é necessário aplicar uma resolução alta a informações detalhadas, como amostras de canais ou mapeamento de frentes de lavra, mas também quando uma resolução baixa pode ser aplicada onde os dados são menos densos, como em torno da projeção periférica de um veio.

Further improvements to this great tool are planned.

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